Mais um livro esse ano

E esse ano estou até que estou conseguindo ler bastante em meio a minha correria louca de trabalho! Para quem ama livros como eu, indico o título Não Conte a Ninguém do autor, Harlan Coben. Nunca tinha lido nada desse autor e curti muito, tanto que já vou partir para outros livros dele.

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Ele tem uma forma leve e gostosa de escrever que te prende, que dá vontade de ir até o final para saber o que vai acontecer e o fim: é uma surpresa total, nada daquilo que você imaginou, então é perfeito! Totalmente ficção, bom pra relaxar a cabeça e conhecer uma nova história.

dica de livros - coluna da t - blog sistematicasAlguém já leu algum livro desse autor?

Se alguém tiver algum livro para me indicar, por favor, deixem nos comentários, vou adorar!

Obrigada, T

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Moda Intuitiva: O “não manual” de moda da Cris Guerra

Terminei de ler essa semana um livro de moda que recomendo a todos de olhos fechados e coração aberto: Moda Intuitiva, da Cris Guerra, autora do blog Hoje Vou Assim. Eu já sou fã da Cris há muito tempo, então sou suspeita para falar. O texto dela é leve, divertido e verdadeiro, e mostra a moda de um jeito que eu acredito muito, baseando na construção do seu próprio estilo ao invés de seguir as tendências que todo mundo insiste em promover por aí. Prova disso é o slogan que define o livro como “um não-manual de moda”.

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Como blogueira, sempre achei que meu papel era mostrar para vocês um pouco de tudo, independente se eu gosto ou uso. Também sempre defendi aqui que cada pessoa tem que usar o que a faz se sentir bem, ao invés de apostar nas milhares de modinhas que surgem a cada segundo. Não vou ser hipócrita a ponto de falar que nunca indiquei tendências ou combinações, porque o blog tá aqui é para isso mesmo. Mas sempre esperei que cada uma das minhas leitoras tirassem o melhor de cada post, absorvendo aquilo que gostam e descartando o que não combina com seu estilo.

Seguindo essa linha de pensamento, a Cris estimula as leitoras do Moda Intuitiva a conhecerem mais o seu armário, dando dicas básicas de organização e desapego, até sugestões de combinações e pequenos desafios. A proposta não é sair comprando tudo que você vê pela frente e que os outros estão usando. Nem aproveitar todas as liquidações para renovar o guarda-roupa. É investir em peças que traduzem a sua personalidade, que vão combinar com outras peças que você já tem e que vão te ajudar a criar novas possibilidades todos os dias. É se divertir com uma tendência de uma estação, mas criar um relacionamento sério com peças clássicas e atemporais que podem fazer milagres! E assim, manter um constante ciclo com suas roupas, sem perder a sua personalidade.

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Aliás, dá gosto de ver como a moda é divertida para a Cris. Dá para sentir através das suas palavras como é uma aventura diária abrir o closet e montar a produção de acordo com o tempo, com o humor e com a ocasião. Como ela se arrisca nas combinações, como ela aproveita as cores para alegrar um dia cinza ou como ela abusa do preto para se vestir de elegância. Talvez seja fácil para ela (pensa no tamanho do closet e na quantidade de roupas que ela não tem?), mas não quer dizer que é impossível para os outros. E o papel do Moda Intuitiva nada mais é que ajudar as leitoras a se inspirarem e conseguirem fazer com que essa tarefa diária seja fácil e divertida também.

Dividido por sessões, o livro passa por todas as etapas de relação com as peças de roupas e com a moda. Do desejo ao ver uma peça na vitrine ao desapego daquela que não usa mais, com alguns destaques para a importância do provador, a (falta de) paciência com as vendedoras e o discernimento de não copiar tudo das it girls. Em meio a tudo isso, Cris conta quais as peças ela considera chaves do tipo tem-que-ter, como inovar e/ou renovar as peças que enjoam e o que fazer para sair do básico de jeans e camisa de todo dia. As muitas fotos que vieram do blog de looks diários ilustram todas as páginas, contribuindo para um melhor entendimento do que ela está falando e mostrando que SIM, é possível. Basta tentar. E não tem problema em errar.

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O livro me fez pensar tanto na minha relação com meu guarda roupa, que resolvi fazer os desafios que ela propõe. Como algumas amigas também gostaram da ideia, nos próximos dias vai ao ar aqui no blog uma nova tag com esses desafios, onde vou compartilhar com vocês os meus resultados e quero que compartilhem comigo os seus. Vamos todos juntos aprender a conhecer nosso armário e usar as roupas a nosso favor, sem medo, sem preconceito e com estilo de sobra 😉

Desapegando com um clique na OLX

Estou vivendo um momento onde pretendo desapegar de tudo que está encostado aqui em casa. Isso vai de roupas, sapatos e acessórios até objetos de decoração e brinquedos antigos guardados. A intenção é deixar de lado o pensamento de “vou usar um dia” e passar pra frente algo que alguém vai aproveitar melhor que eu!

Daí surgiu um convite da OLX que caiu como uma luva: desapegar de alguma coisa e colocar à venda no site, para testar o funcionamento. Para quem não conhece (oi?), a OLX é um site de classificados online e o melhor, totalmente gratuito. E gente, vou contar… é MUITO fácil anunciar os produtos por lá.

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Escolhi o livro “O Vendedor de Sonhos – O Chamado”, que faz parte da série do autor Augusto Cury. Confesso que tenho certo apego com livros e, por conta disso, acabo acumulando muitos títulos, mesmo lendo a grande maioria apenas uma vez. Então vi na proposta da OLX uma oportunidade de praticar a ordem do desapego e compartilhar essa leitura com mais alguém.

Objeto escolhido, basta entrar no site, e clicar em publicar anúncio grátis. Existem algumas categorias padrões que os usuários devem seguir para vender seus produtos – o que ajuda a manter o site organizado e facilita na hora da busca por qualquer item. Daí, é só tirar a foto do seu produto, escolher um título bacana e atrativo e descrevê-lo com o máximo de detalhes, incluindo o tempo de uso e o motivo da venda. Voilá. Anúncio criado em pouquíssimo tempo! Sem título

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Quer coisa mais fácil que desfazer de coisas que você não está usando e ainda fazer uma grana com isso? Acesse a OLX e desapega, desapega 😉

A Bienal do Livro está valendo a pena?

Esse título é a pergunta que tenho ouvido constantemente desde sábado. Eu participo da Bienal do Livro de Minas de duas formas: acompanhando as ações organizadas pela empresa que eu trabalho e como consumidora e amante de livros. Sendo assim, recebi uma enxurrada de perguntas desse tipo de todos os lados e resolvi compartilhar minha opinião aqui com todos vocês. Vou me isentar da organização geral do evento (que não me compete) e tentar externar minha visão exclusivamente como consumidora, ok?

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Vi algumas pessoas comentando que não gostaram do evento, que não encontraram os livros que queriam ou não acharam os preços bons. Bom, a começar, acho que todos que forem visitar a Bienal devem ter em mente que é uma feira de livros. O objetivo principal de uma feira é reunir diferentes lojistas/distribuidoras para promover/vender seus produtos. A literatura aqui é o motivo, mas não o objetivo final. E o estímulo para mergulhar mais a fundo na literatura se encontra em atividades diversas que estão espalhadas no espaço: tem atividades infantis, bate papo com autores renomados, debates com autores jovens e um espaço dedicado especialmente aos quadrinhos. Fora isso, quem vai ao Expominas deve estar focado em adquirir algumas obras e não vivenciar a experiência de achar aquele livro histórico ou viver Machado de Assis. Para isso, procure livrarias pela cidade que sua experiência será, sem dúvidas, muito mais prazerosa!

Realmente alguns estandes (os maiores e mais famosos) ficam muito cheios e desorganizados em função do altíssimo fluxo de pessoas – que nunca devolvem o livro para o seu devido lugar. Em certos casos é praticamente impossível andar pelas estantes analisando as possibilidades e se gasta muito tempo nas filas para pagar, já que existem pouquíssimos caixas. Isso realmente faz perder um pouco da paciência, cria um desgaste desnecessário e poderia ser melhor organizado. Minha dica é já ir com alguns títulos de obras em mente, pedir ajuda para um dos vendedores e respirar fundo para esperar uns vinte minutos na fila para pagar.

Minas novas aquisições :)

Minas novas aquisições 🙂

Já em relação aos preços, eu, particularmente, não tenho do que reclamar. Apesar de constatar que SIM, alguns estandes praticam os mesmos preços das lojas comuns, eu encontrei MUITAS promoções em todos os cantos da feira. Existem estandes específicos de preços baixos (até R$ 20,00) e mesmo os grandes promovem descontos de até 50% em algumas obras. Para terem um parâmetro, comprei seis livros por menos de R$ 150,00, sendo o mais caro deles R$ 49,90. Dois deles foram R$ 2,50 cada… pode mais barato que isso?

Além disso, lá eu vi pais e mães curtindo uma tarde com seus filhos. Vi amigos se reunindo para conferir um bate papo e adquirirem alguns autógrafos. Vi uma pausa para a pipoca, o churros ou a raspadinha de gelo entre um livro e outro. Vi tantas histórias em quadrinhos que a turma de The Big Bang Theory ia chorar de emoção. Vi adolescentes reunidos gritando e aplaudindo uma autora, como se fosse a Ivete Sangalo passando em um trio elétrico. Vi livros e mais livros, de todos os estilos e segmentos, espalhados por um grande galpão.

Então se me perguntam se a Bienal do Livro está valendo a pena, eu respondo que SIM, está valendo a pena. Porque ainda que a organização deixe a desejar em alguns pontos, ela cumpre seu papel de reunir em um único lugar centenas de possibilidades a preços justos Ela dá abertura a novos autores, a novas obras e a novos temas, sem abandonar a tradição dos grandes nomes desse segmento. Inclusive Rubem Alves foi o grande homenageado do evento, com direito a um estande todinho dele voltado para crianças… Mas hei de concordar que aqueles que preferem o silêncio e a tranquilidade para abrir um livro, sentir o cheio e pedir opinião sobre a obra, descobrindo novos nomes e novas histórias, vai se sentir mais à vontade fora dali.

Folha Explica: A Moda

Meu amigo querido, Ton Garcia, comprou em uma viagem o livro A Moda, de Erika Palomino, da coleção Folha Explica e, sabendo do meu interesse pelo assunto, me emprestou para ler.

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A coleção Folha Explica oferece mais de 70 livros que contam de forma sintética e dinâmica temas atuais das mais diferentes áreas de conhecimento, com linguagem acessível, destacando o mais importante de cada um deles. No livro sobre moda, Erika Palomino apresenta os principais conceitos desse universo, contando um pouquinho da história da moda, as principais tendências de cada década e o crescimento da moda no Brasil, principalmente após o surgimento da São Paulo Fashion Week.

É uma leitura fácil e rápida para quem já conhece um pouquinho desse mercado ou para aqueles que querem ter uma visão geral a respeito dele. Porém, por ser muito sucinto, as explicações sobre cada conceito são muito (muito!) breves. O ideal para leitura desse livro é ir pegando as referências que ela cita – conceitos, estilistas, pesquisas, tecidos, etc – e ir pesquisando mais a fundo a definição de cada um. livro-a-moda-erika-palomino-folha-explica

O livro traz também algumas fotos e ilustrações que deixaram a desejar. Moda é algo muito visual e as fotos apresentadas, mesmo que meramente ilustrativas, poderiam ter destaque maior. Também acho que existem imagens que retratam melhor cada situação que ela destacou. Mas no geral, a obra cumpre seu papel de explicar de forma clara e em poucas páginas esse universo gigante do mundo da moda.

Livro: Fallen

Há quase um ano atrás comprei três livros da série de ficção Fallen – que até então era uma trilogia mas que agora tem um quarto livro também. Apesar de ser ter conquistado o posto de best-seller no New York Times, os livros ficaram na minha estante por muito tempo até que, esse mês, resolvi pegar o primeiro deles para ler.

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Fallen é um romance adolescente que conta a história de Lucinda Price, uma garota de 17 anos que teve que mudar de escola e foi transferida para um reformatório. Além da dificuldade em se adaptar em meio aos colegas e ao novo local, Luce ainda tem que enfrentar o estranhamento de Daniel Grigori, um jovem solitário e enigmático que chama sua atenção logo no primeiro dia de aula. Por incrível que pareça, Luce se sente mais leve e segura das sombras que a atormentam desde a morte de seu ex namorado, que fez com que ela fosse transferida para lá depois de um incêndio misterioso. Por fim, Luce descobre estar envolvida entre o bem e o mau, por trás de segredos que perduram por séculos e podem mudar toda sua vida, levando-a à morte.

“Se você já se apaixonou por um vampiro, espere até conhecer um anjo…”

Minha opinião? Trocaram os vampiros por anjos, uma sonsa por uma garota com mais atitude e uma cidade do interior por um reformatório bizarro, que mais parece uma prisão. O livro não deixa de lado os clichês dessas histórias místicas que viraram moda entre os adolescentes mas pelo menos Fallen traz uma realidade diferente da que estamos acostumadas a ver e ousa um pouco mais nos acontecimentos fatídicos e decisivos. Confesso que fiquei com um pouco de preguiça com o rumo que as coisas tomaram no final do livro, se tornando uma história mais previsível e um romance mais piegas. Mas vou tentar ler os outros livros para ter uma opinião geral sobre a história…

Em todo caso, quem leu Crepúsculo e Cinquenta Tons de Chatura Cinza, pode gostar dessa série também, desde que não fique de mimimi quando ver que Lauren Kate – autora – deixou de lado a garota da cidade que se muda para o interior e resolveu acrescentar um pouco mais de mistério e bizarrice na vida da mocinha. Alguém mais já leu? O que achou?

A sensacional biografia do Led Zeppelin!

Hoje é Dia do Rock e para comemorar o dia vou dar uma dica de ouro para os fãs de rock n’ roll. Tudo bem que os grandes fãs com certeza já devem ter lido a obra de Mick Wall, que conta a história do Led Zeppelin, uma das maiores bandas de rock da história. Mick Wall é um dos jornalistas de rock mais conhecidos do Reino Unido. Em 1986 iniciou uma carreira bem sucedida como escritor e retratou história de grandes nomes como Ozzy Osbourne, Guns N’ Roses, Metallica e Iron Maiden.

Quando os Gigantes Caminhavam Sobre a Terra é um deleite para quem curte Led Zeppelin e um ótimo livro para quem quer conhecer melhor a história cheia de lendas e mistérios da banda formada por Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham, além do empresário Peter Grant e seu assistente e leão de chácara Richard Cole. A história é montada a partir de flashbacks que foram escritos com uma enorme pesquisa, entrevistas e depoimentos, além da vivência de Mick com a banda.

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Quando Jimmy Page se viu sozinho nos Yardbirds e saiu em busca de músicos para montar a banda dos sonhos, a história do Led começa a se formar com grande riqueza de detalhes. Além dos trunfos e sucessos em pouco mais de uma década de vida, são também expostos o lado negro do quarteto, com as bizarras experiências com groupies, consumo excessivo de álcool e drogas, violência de Grant e Cole com quem quer que cruzasse seu caminho e os boatos de magia negra que envolvem a banda, especialmente com Page. Aliás, um dos pontos fortes do livro, na minha opinião, é exatamente as mais de 50 páginas que retratam a relação de Jimmy com o ocultismo de Aleister Crowley, tão bem detalhado que chega a assustar.

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Ao ler Quando os Gigantes Caminhavam Sobre a Terra, você consegue ter uma visão profunda dos integrantes e envolvidos, dos anos de sucesso e da “decadência” do Led Zeppelin – entre aspas, porque mais de 40 anos depois de sua formação a banda continua tendo seu brilho para fãs de todas as idades. Uma banda que acreditou e que investiu, que superou gigantes na época – como Rolling Stones – mas que se descontrolou (hey, drogas!) até que a morte de Bonham marcasse o fim da maior banda de rock de todos os tempos. Ainda são descritas a vida pós-Led dos integrantes, como a carreira solo de Plant, o trabalho de produtor de John Paul Jones e as tentativas de voltar a tocar juntos de Jimmy. Ao final da leitura, é possível entender os motivos para Plant não voltar a tocar com a banda e simpatizar um pouco mais com a loucura de Page. É uma biografia mais do que completa, rica em detalhes e referências e um prato cheio para o rock n’ roll.

Recomendo de olhos fechados para quem gosta de música, literatura, biografias ou até mesmo para aqueles que querem mergulhar em uma história inacreditavelmente surpreendente. Thanks, Mick!

Livro: O casamento

Sou assumidamente apaixonada pelos livros de Nicholas Sparks e tendo a gostar dos filmes também. Os livros dele não são grandes, tem leitura fácil e personagens próximos da realidade, nos quais você acaba se identificando nas qualidades ou nos defeitos. Essa semana terminei de ler o livro O Casamento, que é continuação do famoso Diário de Uma Paixão. Estou com Diário de Uma Paixão para ler também, mas como já vi o filme fico naquela preguicinha por já saber a história toda. Uma hora vai!

livro-o-casamento-nicholas-sparksEnfim, falando d’O Casamento, é mais um romance comovente de Sparks que traz a reflexão sobre o amor cultivado no dia a dia e sobre a relação estável que cai na rotina, através dos olhos de um herói imperfeito que tenta corrigir seus erros. Wilson, um homem viciado em trabalho, percebe depois de 30 anos que sua mulher pode não amá-lo como antes, quando ele esquece de um dos aniversários de casamento e instaura uma grande crise na relação. Tendo a história de amor dos pais de Jane, Noah e Allie, como exemplo (contada em Diário de Uma Paixão), ele percebe sua incapacidade de expressar suas emoções e começa a duvidar de que sua mulher é feliz ao seu lado. Porém, tudo isso o faz redescobrir o quanto ama Jane e não mede esforços para reconquistar a paixão perdida em algum lugar do passado e provar todo esse amor.

Podem falar que é mais um daqueles clichês com finais felizes, e eu estaria mentindo se negasse isso. Mas o que me atrai nos livros de Sparks é a forma como cada história é contada, cheia de detalhes e sentimentos, regada com reflexões poderosas. Nesse livro, ele faz os leitores relembrarem a alegria de se apaixonar e o desafio de se manterem apaixonados, o que é uma grande realidade em todos os relacionamentos.

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Apesar da foto ser do Google, essa frase em destaque foi uma das minhas preferidas do livro, junto com uma que eu postei há um tempo atrás no Instagram:

Foto: Instagram @_gabi_teixeiraConclusão: Para quem gosta de romances, continuo recomendando Nicholas Sparks de olhos fechados. E sinceramente, HOMENS, TODOS vocês, SEM EXCEÇÃO, deveriam ler esse livro água com açúcar e aprender um pouquinho mais com Wilson. É tão fácil! Ele percebeu 😉 hahahaha

Alguém mais já leu? Recomendam outros livros do autor?

A arte de ser leve…!

Na semana passada tive a oportunidade de participar de uma palestra oferecida pela empresa onde trabalho com a jornalista Leila Ferreira. Para quem não conhece, Leila é formada em Letras e Jornalismo, mestre em Comunicação, foi repórter da Globo Minas, apresentadora do programa “Leila Entrevista” e é colaboradora da revista Marie Claire, além de já ter lançado alguns livros, sendo um deles “A arte de ser leve“. Com um currículo desse dá pra entender porque minha recomendação, né?!

leila_capa_180710_16_denise7_260710.inddPois a palestra era em cima desse livro. Confesso que no começo fiquei com receio de ser uma daquelas palestras motivacionais onde o mundo é cor de rosa e o sorriso é de graça, mas paguei língua e me surpreendi. Ainda não li o livro – pretendo ler em breve! – mas posso falar um pouquinho para vocês da reflexão da Leila.

A começar, fiquei de queixo caído com a história de vida da jornalista, com inúmeros problemas financeiros e familiares que acarretaram uma depressão, entre outras coisas. E mesmo diante disso, ela leva a vida leve, com sorrisos e bom humor. Foram mais de 1h30 ouvindo a palestrante sem cansar, rindo junto e nos emocionando junto. De tirar o chapéu!

Foto: Luciana Gama

Foto: Luciana Gama

Entre casos e causos, Leila fala sobre como conviver com as mais diferentes adversidades da vida sem deixar com que isso interfira no seu dia a dia ou na vida de outras pessoas. Estamos acostumados a deixar o stress, a pressa, o mau humor ou qualquer outra irritação do nosso cotidiano ser o guia das nossas vidas, sempre colocando a culpa nos problemas e, de uma forma ou de outra, repassando todo esse peso para quem está próximo da gente. Nas palavras dela, “ninguém tem nada a ver com seus problemas, se deu errado, essa fatura é sua!”. Verdade. A questão aqui não é ignorar todas as dificuldades que enfrentamos, longe disso. A própria Leila diz que “viver a vida é muito difícil, uma das tarefas mais difíceis do ser humano”. Mas temos que aprender a lidar com ela de uma forma saudável, de maneira mais leve, e sem jogar esse peso nas costas do outro. Leila dá um exemplo de uma senhora que vive com depressão, além de diferentes problemas financeiros e de saúde, e ao ser entrevistada estava sempre feliz e sorrindo. Ao perguntar para senhora em como ela era tão bem humorada, mesmo enfrentando tantos problemas em uma cidadezinha carente, ela escutou a resposta “ah minha filha, a depressão não atingiu essa parte não!” hahaha! E é exatamente isso que Leila tenta passar para seu público, formas de deixar a vida mais leve, mais feliz, mesmo com todos os obstáculos que aparecem na nossa frente! Ninguém está feliz o tempo todo, mas você não precisa atirar pedras para quebrar o vidro de quem acabou de trocar a janela. Basta trocar a sua também!

Leila Ferreira

Tive a oportunidade de bater um papo com ela depois da palestra, e só confirmei que é uma pessoa super simpática, simples, humilde e, claro, LEVE! Daquelas que você se sente bem de estar perto, que passa uma energia boa! Fora que é uma elegância que só! Mais de 60 anos, mantendo a pose em cima de um salto fino e com um trench coat lindo! hahaha Parabéns pelo trabalho, Leila! Obrigada por me receber!

E aos leitores, sempre brinco que somos sistemáticos e sistemáticas com tudo, mas no fundo temos que saber encaixar a leveza em meio a nossas manias, levar a vida com mais bom humor e menos críticas. Quando ler o livro, prometo falar mais um pouquinho para vocês. Espero que tenham gostado, porque eu adorei.

Livro & Filme: A hospedeira

Podem me julgar, mas eu vou falar SIM de um livro de Stephenie Meyer aqui. Vou falar porque vocês sabem, venho contar apenas de coisas que valem a pena e, pra mim, esse livro vale. Depois de ler os quatro livros de Crepúsculo e achar o final da saga uma grande bosta, resolvi encarar A Hospedeira, que nem era um livro conhecido na época, e me encantei com a história.

a-hospedeira-the-hostO livro conta sobre uma dominação alienígena na Terra, que resolveu os problemas de fome, violência e clima do planeta. Porém esses seres, chamados de almas, ocupam corpos humanos como se fossem parasitas. Pregando uma sociedade baseada na paz, as almas perseguem os poucos humanos que ainda não foram dominados. Um deles é Melanie Stryder, que passa a ser dominada por uma alma chamada Peregrina, que por sua vez tem por missão vasculhar suas memórias para encontrar rastros de outros humanos. Entretanto, a consciência de Melanie ainda está viva dentro do corpo, o que faz com que Peregrina fique cada vez mais fascinada com a vida e os sentimentos que Melanie tinha e passa a protegê-la de uma Buscadora, que deseja capturar seus amigos humanos o quanto antes.

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 Podem me julgar de novo por ter gostado de mais um romance de ficção de adolescentes, e eu sei que a sinopse parece meio bobinha, mas eu acho que até a forma como foi escrito foge do padrão que estamos acostumados a ver. Pra começar o livro não fica no romance meloso de sempre, nem tem uma personagem sonsa e um príncipe perfeito. São muitos os momentos de tensão com os sobreviventes x buscadores, muitas cenas bem descritivas sobre um mundo dominado por outra espécie, e no meio a isso são colocadas as cenas de romance. Fora isso, fiquei completamente dividida entre alguns personagens, o que geralmente não acontece, e achei o final surpreendente, com coisas que eu não esperava, e geralmente isso me faz gostar mais das histórias também.

a-hospedeira-the-host-1Daí que esse virou um romance queridinho da minha prateleira há alguns anos, e esse ano lançaram o filme – que obviamente – eu tive que ir ver. O filme segue bem fielmente a história do livro, não muda o contexto, linearidade ou personagens. Cenas que eu imaginava na minha cabeça foram exatamente transportadas para as telonas, mas acho que – as always – passa pouco da emoção e do envolvimento com os personagens que temos no livro.

A quem se interessar, segue o trailer: